Posted by : Shadow Sep 15, 2016


Devaneio

Feixes de luz do luar entravam por entre grandes e sinuosas janelas, acompanhadas de leves brisas da noite. A lua cheia brilhava soberana ao céu distante, colorindo-o com seu prata cintilante. O resto da iluminação vinha de impressionantes lustres presos ao teto. O doce aroma do lugar chegava-lhe às narinas.

Seus olhos estavam postos ao trono no final da sala. N não sabia ao certo de qual material era feito, mas era branco-marfim com detalhes dourados. Belo. Incrível. Estava logo após três humildes degraus de mármore, ao lado de dois estandartes azuis-marinhos da Equipe Plasma.  Seria confortável? Com certeza era muito pesado. Ghetsis os esperava no topo.

Anthea entrelaçava seu braço direito ao esquerdo de N, e Concordia fazia o mesmo com o braço direito dele, conduzindo-o. Os três mantinham o olhar à frente. Os cabelos rosados de Anthea balançavam ao vento. Caminhavam lentamente em pequenos passos sobre o solo forrado de tapeçaria. Atrás do trio, membros menores da Equipe Plasma os seguiam em seus trajes brancos e azuis. N sentia-se incomodado com o peso de suas vestes.

Era um momento grandioso, e talvez o mais importante de sua vida até agora. O grande passo que esperara tanto para dar. Pensava nas motivações que o levaram ali e nos objetivos que planejava alcançar com aquele posto. Sua vida inteira até lá e o futuro que desejava passavam por sua mente naquele instante.

Estava perdido em suas recordações. De súbito, sentimentos e passados distantes começavam a atingí-lo por todos os lados. Sentia a lambida molhada de seu pequeno amigo Zorua e seus olhos sagazes e brincalhões o seguindo; o calor aconchegante de Darmanitan e seus grossos pelos contra seu rosto; o vento batendo em sua face enquanto corria atrás do ágil Woobat, que voava pelos céus com suas duas asinhas negras; e a sujeira acumulada em seus pés pela terra lamacenta da floresta. Enxergava novamente a rígida mão pálida de Ghetsis estendida para si, enquanto o observava alto e imponente. Os olhares calorosos de Anthea e o sorriso calmo de Concordia, cuidando dele, desde sempre.

Então, sua mente o levou para as lembranças sombrias. Os gritos e lágrimas que ouvira e vira, dia e noite, uma vez por mês, então duas vezes por semana, três por dia. Recordava-se. Nidoran era pequeno e indefeso. E os humanos o feriram. Dragonite era grande, forte e poderoso. E os humanos o feriram. Vulpix, fofo e meigo. Tal bebezinho seria incapaz de ferir alguém. E os humanos o feriram. Sua irmã Anthea dizia que Persian podia ser feroz. Porém, não havia nele ferocidade alguma. Tão calmo e carinhoso quanto qualquer outro pokémon. E os humanos o feriram. Arcanine fora o mais sangue-quente e agitado que conhecera. Usava golpes de fogo todo o momento. Arranhava as paredes e até mesmo tentara arranhar N, a princípio. Mas ele via em seus olhos e coração uma raiva tão imensa, consequência de tanto sofrimento e desdém, que entendia profundamente o porquê de tanto ódio. Sangrava tanto quando o encontrara pela primeira vez. Os humanos definitivamente o feriram, até demais. N conhecera todo tipo de pokémon. Tantos que mal podia contar. Mas se recordava da maioria deles e dos ferimentos em sua alma e corpo físico. Criaturas tão puras e perfeitas, belas e complacentes. Por que haviam de sofrer tanto? Não mereciam nada daquilo. Não mereciam a maldade humana. Lembrava-se de abraçá-los com todas as suas forças e do mundo, querendo livrá-los do sofrimento e trazê-los paz e felicidade. De chorar com eles. E de fazê-los promessas. Promessas pesadas que deveriam ser cumpridas.



Uma vez coroado, começaria o grande projeto, ao lado de Ghetsis, suas irmãs e todo o restante da Equipe Plasma. Esperava que todos entendessem que os pokémons deveriam ser libertados. Que humanos e pokémons deveriam viver separados, em dois mundos avulsos. E que pokémons são a perfeição, esperando por sua alforria para serem plenos para toda a eternidade. Mas Ghetsis o alertara, mais de uma vez, que os humanos não seriam tão coniventes e que deles não era tal beleza de pensamento e plenitude de compreensão. N vira toda a sua crueldade e não esperava menos. Ghetsis dizia que teriam que fazer tudo que fosse necessário para alcançar seu objetivo. Mas ele sabia que os pokémons estavam do seu lado. E assim estariam os Heróis.

N voltou sua atenção aos soldados plasmáticos, que desfaziam as colunas atrás de si e se moviam para os cantos esquerdo e direito da sala, formando uma espécie de contorno para ela, enfileirados de frente para o trio, que seguia adiante andando. Lá fora, a noite ia se dissipando lentamente, anunciando o nascer do sol, ainda não visível. 

N, Anthea e Concordia subiram lentamente os degraus de mármore e se aproximaram de Ghetsis. O topo da sala era levemente mais alto que o restante.


Ghetsis esperava à frente do trono, observando N com a rigidez de costume enquanto suas irmãs de dirigiam para os cantos da plataforma mais alta, da mesma maneira que os soldados. Vestiam belos vestidos alvos, Anthea com uma faixa azul presa ao ombro e caindo sobre o colo e Concordia com uma renda verde presa à cintura. Ambas de cabelos penteados, muito belas. Ghetsis parecia mais confiante do que nunca. Usava uma túnica branca e leve, quase totalmente tapada por uma cara e bonita capa longa que ia até o pescoço, com um colarinho. A parte superior era marrom com pontas quadradas para cima, acompanhadas de detalhes em azul-claro em cada uma delas. Ao peito, estava o típico símbolo da Equipe Plasma. A parte inferior se dividia em um tom azulado de roxo e dourado, com dois grandes olhos vermelhos desenhados de cada lado. Seus cachos louro-esverdeados caíam sobre os ombros, cuidados e macios. Suas mãos seguravam a coroa pesada de ouro, com cinco pontas afiadas para cima.

N se aproximou mais, um pouco nervoso. Ghetsis levantou a coroa contra a luz dos lustres. Ela reluzia intensamente. N se virou de costas para ele e fechou os olhos. Ghetsis colocou a coroa em sua cabeça, em meio aos cabelos verdes volumosos. Pesava mais do que esperava. Um peso necessário, pensou. O peso do sacrifício, da pureza, do heroísmo e, sobretudo, da liberdade. Para que os pokémons sejam livres e plenos. Para que nunca mais meus amigos sejam feridos por seus terríveis algozes. Para que Unova seja um lugar pacífico. E para o nascimento de um novo mundo.

Abriu os olhos.

Entrou em pânico. A sala do trono de seu castelo não estava mais lá. Invés disso, um lugar sujo e destruído se erguia à sua frente. O que havia acontecido? Estava tendo uma alucinação? Algum de seus amigos pokémons teria o teletransportado para lá para lhe mostrar alguma coisa? Nunca presenciara nada parecido e não sentira nada de diferente. De um momento para o outro, literalmente, estava em outro lugar. Tentou piscar para checar se tratava de uma alucinação ou algo do tipo, assim como tocar em sua pele e coisas parecidas. Nada acontecia. Chamou por alguém ou algum pokémon. Nenhuma diferença. O peso que sentia em seu corpo subitamente dera lugar a uma leveza, como se não houvesse mais vestes pesadas ou coroa sobre si. Observou-se e percebeu que não vestia nada exceto por uma túnica branca fina e levíssima, sem nada por cima ou por baixo. Pés descalços. Sentia-se quase como se estivesse nu.

O lugar parecia antigo e ancestral. Era todo revestido de pedra azulada, desgastada e feia, nas paredes e no teto. O piso era amarelo, com mais poeira do que jamais havia visto, com mais rachaduras e partes quebradas do que podia contar, assim como as paredes. Ruínas de pilares de mármore negro estavam espalhadas pelo chão, alguns com a base fincada no chão, outros caídos e espalhados, em pedaços. Pedras e resíduos de desgastes passados estavam por todos os lados. A sujeira era tão espessa que N sentia-se como se estivesse pisando em terra nua.

Então, uma luz branca surgiu de um lugar que não pôde identificar. Em um primeiro momento, aparecera tão repentinamente e com uma intensidade tão forte que fechou os olhos. Passado o susto, abriu-os lentamente.

Duas figuras se levantam três metros à frente de N, uma ao lado da outra. Se lembraria delas pro resto de sua vida.

Eram duas pessoas.

A que estava à sua direita era uma moça. Tinha profundos olhos azuis, como o oceano. Era alta e muito musculosa. Seus braços e pernas eram grossos e muito definidos. Ninguém que o rapaz conhecera na vida seria capaz de vencê-la em uma luta corpo-a-corpo. Sua face se postava rígida e dura, semblante sério. O encarava. Os lisos e curtos cabelos castanho-escuros caíam até metade do pescoço. Vestia uma armadura completa, forjada de qualquer metal que N desconhecia, com tons fortes de laranja explícitos. Entretanto, não havia sinal de elmo, espada, escudo ou qualquer outro tipo de arma. Prendida aos ombros, sobre as costas estava uma longa capa dourada que se arrastava ao chão.

À esquerda, estava um rapaz. Sua face tinha traços leves e delineados. Seus traços e expressão davam uma ideia de sorriso, mesmo que não houvesse qualquer curva em seus lábios perfeitos. Seus olhos eram de um tom de castanho-mel, mas que às vezes parecia um vermelho bem claro.  O nariz era pequeno. Cachos louro-platinados caíam até os ombros, esplêndidos. Era magro, esbelto, esguio e viril. Usava uma túnica em vários tons de azul, toda trabalhada e detalhada, nos melhores tecidos e botas negras. Uma capa idêntica à da moça estava prendida a seus ombros, também. Havia um colar brilhante com um pingente de símbolo esquisito em seu pescoço. Era provavelmente a pessoa mais bonita que N já conhecera.

Ambos pareciam translúcidos, de forma que não aparentavam carne e osso, mas sim uma espécie de espectro.

N não arriscaria dizer qual dos dois era mais velho. Reconhecia - ou supunha - quem eram, de forma certa. Esteve esperando-os por tanto tempo. O sentimento que dominava-o era indescritível, um misto de felicidade, alívio e dúvida. Quase chorou. Aquilo significava que realmente estavam do seu lado. No fundo, sempre alimentara essa esperança. Os Heróis o ajudariam em sua missão.

Estava prestes a falar quando os dois se pronunciaram.

Será que você está pronto para escolher? — falavam em uníssono, de tal forma que era difícil distinguir as vozes.

Escolher? — N perguntou, confuso.

Os dois se entreolharam.

Definitivamente não — falou a moça. Sua voz era mais ríspida, firme, apesar de fina.

Deverá estar, quando a hora chegar, eu suponho — o rapaz disse, com uma voz grossa, porém acalmante.

Entre a verdade e os ideais — N percebeu.

Alguém que não sabe pelo que luta não merece nossa ajuda — tornavam a falar juntos.

Todo o sentimento anterior deu lugar ao vazio.

Eu sei pelo o que eu luto. Pelos pokémons.

A princesa franziu a testa, como estivesse tentando entender o que se passava pela cabeça de N.

Você luta por uma causa específica. Qual seria a essência dela? Qual lhe parece mais apropriado? Ideais ou verdade? É sobre isso que a humanidade é. Mas você precisa escolher se deseja chegar a algum lugar. E se precisa de nossa ajuda.

É uma escolha difícil.

N estava perdido em dúvidas e incertezas. Considerações de ambos os lados turbilhoavam em sua mente, e simplesmente não conseguia decidir. Não lá. Não naquele momento.

Obviamente. Passamos boa parte de nossa vida decidindo. O resto, lutando pelo que escolhemos. Não tiraremos isso de você. — o rapaz falava, enquanto passava os dedos levemente pelos cabelos.

Cada dia que se passa mais sangue inocente é derramado. Eu preciso decidir logo, pensava.

Há um longo caminho até nós. Ou melhor… até que você se torne um de nós. Temos lhe acompanhado. Todos os dias, você sonha em se tornar um de nós. Mas não sabe nem qual de nós. Não pode ter os dois guardiões. — a Heroína tomou a fala, em tom de deboche.

Suas esperanças já haviam sido desfeitas.

Eu irei decidir em breve. Por favor, só me digam onde posso encontrar os dragões — N apelou.

Sua bela inocência é preocupante, mas me encanta. Até à meia-noite, de uma noite fria — finalizou o príncipe.

N piscou e já não estava mais lá. Foi tão rápido. Rápido demais! Não, não podia ter acabada tão cedo. Piscou, piscou, piscou. Nada aconteceu.

O peso retornou a seu corpo e seus olhos miravam novamente a lua cheia prateada no céu negro da noite profunda com poucas estrelas. Desceu os olhos da janela lateral aos lustres e em seguida à multidão a sua frente.

— Viva o Rei da Equipe Plasma e de Unova! — vociferou Ghetsis. Nunca o ouvira gritar tão alto.

— Viva o Rei da Equipe Plasma e de Unova! — ecoaram todos os outros membros da sala. Eram numerosos, um verdadeiro exército. Repetiram a frase, de novo e de novo, várias vezes. A sala do trono estava cheia de seus súditos e existiam mais, muito mais, nas outras partes próximas do castelo. Levantam os braços e gritavam. Todas as vozes, em uníssono.

— Viva o Rei da Equipe Plasma e de Unova!

— Viva o Rei da Equipe Plasma e de Unova! — gritaram uma última vez.

N já não sabia mais o que estava acontecendo. Poderia ter sido um longo devaneio, mas o garoto acreditava, com convicção, que falara com os Heróis. Escolher. Ideais ou verdade?

Ideais…

Brisas frias o atingiam e o causavam prazer. Todas as janelas estavam abertas deixando o vento entrar.

Ou… verdade?

Os soldados lá embaixo se desamontoavam para fazer um caminho para N. Suas irmãs ficaram para trás enquanto Ghetsis sorria para ele e o conduzia para a saída da sala, segurando sua coroa em uma almofada. Lá, o sol brilhava intensamente, entrando e reluzindo por todas as janelas e vidraças, alardeando a aurora. 





{ 16 comments... read them below or Comment }

  1. PERFEIÇÃO

    Achei um começo incrível Gus, adorei a forma como vc colocou os heróis da verdade (a garota) e dos ideais (o garoto), deu pra perceber qual era qual através das falas deles, pelo menos foi o que eu percebi (ou eu posso estar overthinking it).
    À propósito adorei como vc descreveu os cenários e as vestes dos personagens, consegui imaginar cada um <3

    Foi um início ótimo, mal posso esperar >U<

    (btw adorei as aparências dos heróis <3)

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    1. Nossa, muuuuito obrigado de verdade! <3 Confesso que estava preocupado com as descrições e ambientação, mas pelo jeito funcionou bastante do jeito que queria. A interpretação dessa cena da forma que a pensei é mais ou menos nessa linha mas ela vai um pouquinho mais longe (você vai descobri mais pra frente).
      E as aparências foram estrategicamente pensadas (talvez um pouco demais, até) hahahaha

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  2. Simplesmente Amei! Muito interessante tudo isso!

    Não existia melhor maneira de começar uma Fanfic de Unova recontando o coroamento de N! A introdução nos jogos é de cortar a respiração! Eu sempre que vou jogar B/W vejo a introdução... Só porque para mim o jogo ao se iniciar com essas cenas dá todo aquele sentimento perfeito e estranho mas ao mesmo tempo único e de curiosidade... Se e que entende...
    Eu acho que conseguis-te trazer muito bem essa sensação de algo Épico demonstrada nos jogos para a Fanfic! Parabéns!

    Gostei muito do facto de teres descrito os membros de Team Plasma como soldados de um exercito, porque eu os imagino assim também! kk E eles realmente, tanto de roupa e assim, lembram alguns géneros de soldados medievais, só faltavam umas armas e espadas para ficarem ainda melhores!
    (Na verdade eles foram mesmo inspirados em guerreiros medievais se não me engano). kk

    Parabéns de novo! Mal posso esperar para ler mais! :3



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    1. Eu sabia que você iria gostar desde que você fez aquela sugestão lá atrás haha. Na verdade, eu já havia escrito o capítulo há tempos quando você escreveu aquele comentário e parece que você adivinhou certinho! Também amo aquela cena de introdução e fico muito, muito feliz que você ter gostado da minha ~versão~ com um toquezinho diferenciado. Ainda mais por ter conseguido passar a sensação épica e fantástica que eu queria :).

      Sim, a Team Plasma foi baseada em cavaleiros medievais, mas de um grupo específico que eu vou comentar depois nas Notas. É bem fascinante e toda a história deles tem altas inspirações e convergências com esse grupo.

      Muito obrigado mesmo por todos os elogios, sério! E espero que você curta a fic. =D

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  3. Ai,ai Ghetsis,sinto o seu cheirinho de pessoa traiçoeira

    N vai ser um grande personagem ,esse choque de consciência dele vai ser muito interessante, o Darmanintan ,Woobat (Ou Swobat) e Zorua (Ou Zoroark) vão ter que dar um trabalho para os protagonistas

    Piadinha idiota : N/Concordia ou N/Anthea ? Essa duvida fica in sexto lugar da minha lista de duvidas em Pokemon

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    1. Ghetsis é bem complexo hahaha. N vai ter um espaço bem grande na fic, e espero que consiga desenvolver ele bem.

      E boa sorte com esses shipps hahahahaha só esperem

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    2. Eu sempre fui N/Hilda por causa da cena épica daquela roda gigante em Nimbasa City...
      Eu achei aquilo em Nimbasa muito romântico só porque sim mas eu estava jogando com a Hilda, os jogadores que jogaram com o Hilbert devem ter pensado que aquilo foi... ''Estranho''...

      Esse Meme epico:
      http://i.imgur.com/XzmRY.jpg

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    3. Exatamente isso ,os memes sabem expressar muito bem

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  4. AH GUS SEU LINDO, VEM NI MIM
    MAS QUE PROLOGO LINDO
    N É GAY
    AQUELA TIA EH GAY
    TODO MUNDO É GAY
    HÁÁÁ!
    Adorei o prologo. Tudo de bom.
    Quero detalhes de Team Plasma. CAVAKEIROS MEDIEVAIS.
    EH TUDO CRUZADO :V
    HAUAHUAUALAKAALAL
    eustou surtando. Esperei tanto por esse capitulo '3'
    Bem, ate a proxima Gus!

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    1. WHITE SUA LINDAAAA ❤❤❤

      Muito obrigadoooo, e você terá seus detalhes em breve, calma aí hahaha. E você me deixa sem jeito dizendo que esperou muito por esse capítulo... ❤

      E SIM, O MUNDO É ARCO-ÍRIS, SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER UAUSHSHSHSHD

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  5. Agora sim temos Unova na ativa! Não sei se eu já comentei isso com você, mas foi a única geração que acabei pulando, pois na época meu PC não aguentava muito bem emuladores de DS. Então vou confiar em você pra me impressionar com essa região, Gus! E se depender do que li nesse prólogo, acho que dá pra ficar bem confiante de que tem coisa boa vindo.

    Iniciar o prólogo já mostrando a Team Plasma e o N nos faz enxergar o roteiro sob uma perspectiva diferente. É uma maneira curiosa de se começar a história, mostrando o lado dos vilões (e o N), enquanto ainda temos o mistério acerca dos treinadores (evitei usar o termo "protagonistas" porque acho que o N vai ser um dos grandes protagonistas da história junto com eles, então não quis deixar a impressão de que ele foi excluído desse grau de importância).

    Fico imaginando como você vai distribuir os iniciais, especialmente o Oshawott (sim, em Unova eu sou Team Oshawott). Vai ser interessante pensar nisso, porque pra mim é imprevisível.

    Belo começo, cara! Dá pra ver claramente que você está inspirado com esse começo. Agora é manter a mente trabalhando para que a gente veja essa região crescer cada vez mais!

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    1. Muito obrigado!

      Bem, o N não chega ser vilão - na verdade, eu prefiro trabalhar com "antagonistas" invés de vilões e N ainda vai ter um longo desenvolvimento pela frente =D. Também sou Team Osha e já decidi tudo, só fica vendo hahaha. Mas também amo Tepig e Snivy demais <3. E espero que a inspiração continue, porque olha hahaha. Valeu por tudo!

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  6. Bem bacana cara, deu pra sentir o impacto. Já temos o prólogo fodelástico do Chose Your Side e estou esperando tu mandar chamas no primeiro capítulo! Sim, chamas, não brasa, pois a brasa, tipo, já tá queimada, e a não ser que o cáp 1 seja um monte de palha, bem... Entendeste né?

    Bem man, só de sacanagem, tô suspeitando que você vai fazer um NaturalBlack ou Natack,ou então o clássico NaturalWhite ou Natite, quem sabe até os três de uma vez, creio que é uma dessas opções, enquanto Concordia e Anthea vão ficar pra titia. (Ou pro tiozão... Quem sabe...)

    Ps: Recomendo a você editar a tag de interesses no seu perfil do blogger, pois a tag músicas tá junto da tag garotxs.

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    1. Irei checar!

      Se não me engano, um é Hilda x N e outro é Hilbert x N. Wait and see, basicamente hahaha. Mas não vou falar nem se vou usar algum dos shipps.

      E obrigado, percebi agora (é pq se separa tags por vírgulas e não pontos, então hahaha). Agora tá música e depois garotxs, separado, não que uma não seja relacionada a outra também uahshshs

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