Notas do Autor (Prólogo)



Arte original por mutedsinging (usuário do deviantart). Todos os créditos a ele.


Ok, vamos tentar começar isso aqui. Se tiver alguma frase constrangedora por entre essas palavras, já vou me desculpando, não sou muito bom com isso.

Falando em desculpas, preciso me desculpar pela demora disso aqui. Eu estava em semana de provas, com um milhão de outros compromissos e coisas paralelas pra fazer e não deu tempo. Eu nem lembro mais qual a diferença entre o dia que isto está sendo publicado e o dia que o capítulo foi publicado. Desculpa, mesmo. Enfim.

Primeiramente, não, vou mudar isso aqui. Antes de tudo, não são gijinkas, caso não tenha ficado claro o suficiente. Infelizmente ou felizmente, dependendo do que vocês acham adequado pra Unova, eles não estarão presentes na fic. Os Heróis são um trabalho de construção estética e de personalidade de acordo com o que representam, com um pouco de jogo de cores e subversão de gêneros. Esperem por eles, eles voltarão. Ou será que apareceram mesmo? Fiquem na dúvida. 

Bem, todo o capítulo foi escrito sobre o ponto de vista de N, preso a sua mente e seus pensamentos. Espero que tenha conseguido transmitir seus traumas, sofrimentos, vontades e perspectivas e reflexões sobre o mundo, os pokémons e as pessoas a seu redor. É um personagem com um arco muito extenso a vir. 

E vamos falar sobre a Equipe Plasma. É uma equipe que muito me interessa, muito pelos ideais , membros e forma de organização, e muito pela alta inspiração histórica e formalidade estética também. Pra quem não sabe, a Equipe Plasma é baseada nos Cavaleiros Templários, uma ordem secreta de cavaleiros que lutaram nas Cruzadas, enriqueceram, e foram dizimados pelo rei (Felipe III da França, se não me engano) e o papa da época, em uma grande conspiração os acusando de heresia que acabou com a morte na fogueira de seu líder em uma ilha de Paris. Toda a roupagem, alguns costumes, tradições e forma de organização fazem muita referência a esse grupo.

Esse capítulo também é um início de uma discussão e conflito gigantes sobre a libertação dos pokémons, mas vou deixar isso para um próximo capítulo.

Músicas para o capítulo

Esse é um cantinho pra basicamente indicar músicas que tenham a ver com o capítulo. Hoje não tenho muitas, mas eu deixo só a trilha "King of The North" da primeira temporada de Game of Thrones, na coroação de certo personagem. Tem várias músicas parecidas da série, mas escolhi essa pelo momento (mais dos livros) que inspirei o final do capítulo e que é muito lindo. É beeem curtinha mesmo.

 

Até o próximo capítulo =D.


Prólogo


Devaneio

Feixes de luz do luar entravam por entre grandes e sinuosas janelas, acompanhadas de leves brisas da noite. A lua cheia brilhava soberana ao céu distante, colorindo-o com seu prata cintilante. O resto da iluminação vinha de impressionantes lustres presos ao teto. O doce aroma do lugar chegava-lhe às narinas.

Seus olhos estavam postos ao trono no final da sala. N não sabia ao certo de qual material era feito, mas era branco-marfim com detalhes dourados. Belo. Incrível. Estava logo após três humildes degraus de mármore, ao lado de dois estandartes azuis-marinhos da Equipe Plasma.  Seria confortável? Com certeza era muito pesado. Ghetsis os esperava no topo.

Anthea entrelaçava seu braço direito ao esquerdo de N, e Concordia fazia o mesmo com o braço direito dele, conduzindo-o. Os três mantinham o olhar à frente. Os cabelos rosados de Anthea balançavam ao vento. Caminhavam lentamente em pequenos passos sobre o solo forrado de tapeçaria. Atrás do trio, membros menores da Equipe Plasma os seguiam em seus trajes brancos e azuis. N sentia-se incomodado com o peso de suas vestes.

Era um momento grandioso, e talvez o mais importante de sua vida até agora. O grande passo que esperara tanto para dar. Pensava nas motivações que o levaram ali e nos objetivos que planejava alcançar com aquele posto. Sua vida inteira até lá e o futuro que desejava passavam por sua mente naquele instante.

Estava perdido em suas recordações. De súbito, sentimentos e passados distantes começavam a atingí-lo por todos os lados. Sentia a lambida molhada de seu pequeno amigo Zorua e seus olhos sagazes e brincalhões o seguindo; o calor aconchegante de Darmanitan e seus grossos pelos contra seu rosto; o vento batendo em sua face enquanto corria atrás do ágil Woobat, que voava pelos céus com suas duas asinhas negras; e a sujeira acumulada em seus pés pela terra lamacenta da floresta. Enxergava novamente a rígida mão pálida de Ghetsis estendida para si, enquanto o observava alto e imponente. Os olhares calorosos de Anthea e o sorriso calmo de Concordia, cuidando dele, desde sempre.

Então, sua mente o levou para as lembranças sombrias. Os gritos e lágrimas que ouvira e vira, dia e noite, uma vez por mês, então duas vezes por semana, três por dia. Recordava-se. Nidoran era pequeno e indefeso. E os humanos o feriram. Dragonite era grande, forte e poderoso. E os humanos o feriram. Vulpix, fofo e meigo. Tal bebezinho seria incapaz de ferir alguém. E os humanos o feriram. Sua irmã Anthea dizia que Persian podia ser feroz. Porém, não havia nele ferocidade alguma. Tão calmo e carinhoso quanto qualquer outro pokémon. E os humanos o feriram. Arcanine fora o mais sangue-quente e agitado que conhecera. Usava golpes de fogo todo o momento. Arranhava as paredes e até mesmo tentara arranhar N, a princípio. Mas ele via em seus olhos e coração uma raiva tão imensa, consequência de tanto sofrimento e desdém, que entendia profundamente o porquê de tanto ódio. Sangrava tanto quando o encontrara pela primeira vez. Os humanos definitivamente o feriram, até demais. N conhecera todo tipo de pokémon. Tantos que mal podia contar. Mas se recordava da maioria deles e dos ferimentos em sua alma e corpo físico. Criaturas tão puras e perfeitas, belas e complacentes. Por que haviam de sofrer tanto? Não mereciam nada daquilo. Não mereciam a maldade humana. Lembrava-se de abraçá-los com todas as suas forças e do mundo, querendo livrá-los do sofrimento e trazê-los paz e felicidade. De chorar com eles. E de fazê-los promessas. Promessas pesadas que deveriam ser cumpridas.



Uma vez coroado, começaria o grande projeto, ao lado de Ghetsis, suas irmãs e todo o restante da Equipe Plasma. Esperava que todos entendessem que os pokémons deveriam ser libertados. Que humanos e pokémons deveriam viver separados, em dois mundos avulsos. E que pokémons são a perfeição, esperando por sua alforria para serem plenos para toda a eternidade. Mas Ghetsis o alertara, mais de uma vez, que os humanos não seriam tão coniventes e que deles não era tal beleza de pensamento e plenitude de compreensão. N vira toda a sua crueldade e não esperava menos. Ghetsis dizia que teriam que fazer tudo que fosse necessário para alcançar seu objetivo. Mas ele sabia que os pokémons estavam do seu lado. E assim estariam os Heróis.

N voltou sua atenção aos soldados plasmáticos, que desfaziam as colunas atrás de si e se moviam para os cantos esquerdo e direito da sala, formando uma espécie de contorno para ela, enfileirados de frente para o trio, que seguia adiante andando. Lá fora, a noite ia se dissipando lentamente, anunciando o nascer do sol, ainda não visível. 

N, Anthea e Concordia subiram lentamente os degraus de mármore e se aproximaram de Ghetsis. O topo da sala era levemente mais alto que o restante.


Ghetsis esperava à frente do trono, observando N com a rigidez de costume enquanto suas irmãs de dirigiam para os cantos da plataforma mais alta, da mesma maneira que os soldados. Vestiam belos vestidos alvos, Anthea com uma faixa azul presa ao ombro e caindo sobre o colo e Concordia com uma renda verde presa à cintura. Ambas de cabelos penteados, muito belas. Ghetsis parecia mais confiante do que nunca. Usava uma túnica branca e leve, quase totalmente tapada por uma cara e bonita capa longa que ia até o pescoço, com um colarinho. A parte superior era marrom com pontas quadradas para cima, acompanhadas de detalhes em azul-claro em cada uma delas. Ao peito, estava o típico símbolo da Equipe Plasma. A parte inferior se dividia em um tom azulado de roxo e dourado, com dois grandes olhos vermelhos desenhados de cada lado. Seus cachos louro-esverdeados caíam sobre os ombros, cuidados e macios. Suas mãos seguravam a coroa pesada de ouro, com cinco pontas afiadas para cima.

N se aproximou mais, um pouco nervoso. Ghetsis levantou a coroa contra a luz dos lustres. Ela reluzia intensamente. N se virou de costas para ele e fechou os olhos. Ghetsis colocou a coroa em sua cabeça, em meio aos cabelos verdes volumosos. Pesava mais do que esperava. Um peso necessário, pensou. O peso do sacrifício, da pureza, do heroísmo e, sobretudo, da liberdade. Para que os pokémons sejam livres e plenos. Para que nunca mais meus amigos sejam feridos por seus terríveis algozes. Para que Unova seja um lugar pacífico. E para o nascimento de um novo mundo.

Abriu os olhos.

Entrou em pânico. A sala do trono de seu castelo não estava mais lá. Invés disso, um lugar sujo e destruído se erguia à sua frente. O que havia acontecido? Estava tendo uma alucinação? Algum de seus amigos pokémons teria o teletransportado para lá para lhe mostrar alguma coisa? Nunca presenciara nada parecido e não sentira nada de diferente. De um momento para o outro, literalmente, estava em outro lugar. Tentou piscar para checar se tratava de uma alucinação ou algo do tipo, assim como tocar em sua pele e coisas parecidas. Nada acontecia. Chamou por alguém ou algum pokémon. Nenhuma diferença. O peso que sentia em seu corpo subitamente dera lugar a uma leveza, como se não houvesse mais vestes pesadas ou coroa sobre si. Observou-se e percebeu que não vestia nada exceto por uma túnica branca fina e levíssima, sem nada por cima ou por baixo. Pés descalços. Sentia-se quase como se estivesse nu.

O lugar parecia antigo e ancestral. Era todo revestido de pedra azulada, desgastada e feia, nas paredes e no teto. O piso era amarelo, com mais poeira do que jamais havia visto, com mais rachaduras e partes quebradas do que podia contar, assim como as paredes. Ruínas de pilares de mármore negro estavam espalhadas pelo chão, alguns com a base fincada no chão, outros caídos e espalhados, em pedaços. Pedras e resíduos de desgastes passados estavam por todos os lados. A sujeira era tão espessa que N sentia-se como se estivesse pisando em terra nua.

Então, uma luz branca surgiu de um lugar que não pôde identificar. Em um primeiro momento, aparecera tão repentinamente e com uma intensidade tão forte que fechou os olhos. Passado o susto, abriu-os lentamente.

Duas figuras se levantam três metros à frente de N, uma ao lado da outra. Se lembraria delas pro resto de sua vida.

Eram duas pessoas.

A que estava à sua direita era uma moça. Tinha profundos olhos azuis, como o oceano. Era alta e muito musculosa. Seus braços e pernas eram grossos e muito definidos. Ninguém que o rapaz conhecera na vida seria capaz de vencê-la em uma luta corpo-a-corpo. Sua face se postava rígida e dura, semblante sério. O encarava. Os lisos e curtos cabelos castanho-escuros caíam até metade do pescoço. Vestia uma armadura completa, forjada de qualquer metal que N desconhecia, com tons fortes de laranja explícitos. Entretanto, não havia sinal de elmo, espada, escudo ou qualquer outro tipo de arma. Prendida aos ombros, sobre as costas estava uma longa capa dourada que se arrastava ao chão.

À esquerda, estava um rapaz. Sua face tinha traços leves e delineados. Seus traços e expressão davam uma ideia de sorriso, mesmo que não houvesse qualquer curva em seus lábios perfeitos. Seus olhos eram de um tom de castanho-mel, mas que às vezes parecia um vermelho bem claro.  O nariz era pequeno. Cachos louro-platinados caíam até os ombros, esplêndidos. Era magro, esbelto, esguio e viril. Usava uma túnica em vários tons de azul, toda trabalhada e detalhada, nos melhores tecidos e botas negras. Uma capa idêntica à da moça estava prendida a seus ombros, também. Havia um colar brilhante com um pingente de símbolo esquisito em seu pescoço. Era provavelmente a pessoa mais bonita que N já conhecera.

Ambos pareciam translúcidos, de forma que não aparentavam carne e osso, mas sim uma espécie de espectro.

N não arriscaria dizer qual dos dois era mais velho. Reconhecia - ou supunha - quem eram, de forma certa. Esteve esperando-os por tanto tempo. O sentimento que dominava-o era indescritível, um misto de felicidade, alívio e dúvida. Quase chorou. Aquilo significava que realmente estavam do seu lado. No fundo, sempre alimentara essa esperança. Os Heróis o ajudariam em sua missão.

Estava prestes a falar quando os dois se pronunciaram.

Será que você está pronto para escolher? — falavam em uníssono, de tal forma que era difícil distinguir as vozes.

Escolher? — N perguntou, confuso.

Os dois se entreolharam.

Definitivamente não — falou a moça. Sua voz era mais ríspida, firme, apesar de fina.

Deverá estar, quando a hora chegar, eu suponho — o rapaz disse, com uma voz grossa, porém acalmante.

Entre a verdade e os ideais — N percebeu.

Alguém que não sabe pelo que luta não merece nossa ajuda — tornavam a falar juntos.

Todo o sentimento anterior deu lugar ao vazio.

Eu sei pelo o que eu luto. Pelos pokémons.

A princesa franziu a testa, como estivesse tentando entender o que se passava pela cabeça de N.

Você luta por uma causa específica. Qual seria a essência dela? Qual lhe parece mais apropriado? Ideais ou verdade? É sobre isso que a humanidade é. Mas você precisa escolher se deseja chegar a algum lugar. E se precisa de nossa ajuda.

É uma escolha difícil.

N estava perdido em dúvidas e incertezas. Considerações de ambos os lados turbilhoavam em sua mente, e simplesmente não conseguia decidir. Não lá. Não naquele momento.

Obviamente. Passamos boa parte de nossa vida decidindo. O resto, lutando pelo que escolhemos. Não tiraremos isso de você. — o rapaz falava, enquanto passava os dedos levemente pelos cabelos.

Cada dia que se passa mais sangue inocente é derramado. Eu preciso decidir logo, pensava.

Há um longo caminho até nós. Ou melhor… até que você se torne um de nós. Temos lhe acompanhado. Todos os dias, você sonha em se tornar um de nós. Mas não sabe nem qual de nós. Não pode ter os dois guardiões. — a Heroína tomou a fala, em tom de deboche.

Suas esperanças já haviam sido desfeitas.

Eu irei decidir em breve. Por favor, só me digam onde posso encontrar os dragões — N apelou.

Sua bela inocência é preocupante, mas me encanta. Até à meia-noite, de uma noite fria — finalizou o príncipe.

N piscou e já não estava mais lá. Foi tão rápido. Rápido demais! Não, não podia ter acabada tão cedo. Piscou, piscou, piscou. Nada aconteceu.

O peso retornou a seu corpo e seus olhos miravam novamente a lua cheia prateada no céu negro da noite profunda com poucas estrelas. Desceu os olhos da janela lateral aos lustres e em seguida à multidão a sua frente.

— Viva o Rei da Equipe Plasma e de Unova! — vociferou Ghetsis. Nunca o ouvira gritar tão alto.

— Viva o Rei da Equipe Plasma e de Unova! — ecoaram todos os outros membros da sala. Eram numerosos, um verdadeiro exército. Repetiram a frase, de novo e de novo, várias vezes. A sala do trono estava cheia de seus súditos e existiam mais, muito mais, nas outras partes próximas do castelo. Levantam os braços e gritavam. Todas as vozes, em uníssono.

— Viva o Rei da Equipe Plasma e de Unova!

— Viva o Rei da Equipe Plasma e de Unova! — gritaram uma última vez.

N já não sabia mais o que estava acontecendo. Poderia ter sido um longo devaneio, mas o garoto acreditava, com convicção, que falara com os Heróis. Escolher. Ideais ou verdade?

Ideais…

Brisas frias o atingiam e o causavam prazer. Todas as janelas estavam abertas deixando o vento entrar.

Ou… verdade?

Os soldados lá embaixo se desamontoavam para fazer um caminho para N. Suas irmãs ficaram para trás enquanto Ghetsis sorria para ele e o conduzia para a saída da sala, segurando sua coroa em uma almofada. Lá, o sol brilhava intensamente, entrando e reluzindo por todas as janelas e vidraças, alardeando a aurora. 





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A História



Aventuras em Unova é uma fanfiction com elementos dos jogos Pokémon Black, Pokémon White, Pokémon Black 2 e Pokémon White 2, e demais jogos da franquia Pokémon. Se passa na região fictícia de Unova, da mesma forma que os citados acima. Não tem um gênero específico, mas passeia entre aventura, drama, fantasia (logicamente), ação e talvez romance e comédia, nas horas vagas. Se você não conhece os jogos originais da franquia Pokémon, ou conhece mas não é muito apegado, só viu o anime antigamente, jogou um pouquinho de Pokémon GO, se nem isso, se é fã hardcore de todas as gerações ou só das primeiras, não importa. Convido-o a ler Unova como qualquer história regular de fantasia. Ou como qualquer história regular de aventura, ou drama, ou o que preferir. Não há uniformidade alguma em quando os capítulos serão postados, mas farei o máximo de esforço para postar o mais rápido quanto meu tempo e escrita permitem. Toda opinião, crítica, sugestão e comentário são sempre bem-vindos. Dê uma chance para esta bela regiãozinho e esse autor. Agradecemos muito. =)

SINOPSE (Primeira Parte)

Unova é uma região única, habitada por pokémons e pessoas de todos os tipos. Nos ginásios, estádios, ruas e rotas, treinadores exímios, medíocres, experientes, iniciantes, corajosos, amedrontados, confiantes e inseguros lutam com seus pokémons pelos mais diferentes motivos. Amadurecimento, diversão, ganância, competitividade, conexão com as criaturas, altas ambições e desejos. 

Miles é um menino inseguro de quase 14 anos que nasceu na região de Sinnoh. É um dos vários membros da Equipe Plasma - uma organização liderado pelo Rei N, cujo sonho é que pokémons nunca mais sejam machucados por humanos em suas batalhas e convívio, e libertados de sua suposta escravidão de longa data -, junto da irmã mais velha e a melhor amiga Amber. O grande plano da Equipe Plasma (a libertação total dos pokémons) começara, e ele há de descobrir qual será seu papel nele. Em contrapartida, a jovem Hilda, de 15 anos, sempre planejou sair em uma jornada, capturando pokémons para ajudar a Professora Juniper em suas pesquisas, batalhando com eles e crescendo em maturidade e força o suficiente para se tornar a Campeã da Liga Pokémon. Da mesma forma, este também é o sonho de Hilbert, da mesma idade e também da pequena cidadezinha de Nuvema e seus amigos de infância Cheren e Bianca. No coração de Unova, os dois belos e avassaladores dragões esperam seu despertar para continuarem sua infinita batalha. E em algum lugar mais distante uma alma congelada espera o tempo de sua grande tarefa chegar. Suas histórias se entrelaçarão em um futuro próximo, ao lado de uma série de outras figuras importantes. E em breve aprenderão qual é o segredo que o preto e o branco escondem. 



Indo surfar umas ondas em Alola


Azul para Doritos e Laranja pro Gus. 

Hey galera! Eu anunciei muitas coisas sobre a fic e prometi muitas séries aqui pro blog, e acho que até começamos bem, mas de repente eu me ausentei. Peço perdão por isso, mas como já devem saber, uns lances internos estavam acontecendo. E depois de todo esse tempo fora do ar, chegamos a uma conclusão, uma nova fase na Aliança. Então, vou deixar Unova.

Calma! Não é isso. Eu não vou deixar a Aliança. Na verdade, eu vou escrever Alola. Sim, sim, estranho, confuso. Mas calma. Vamos explicar certinho. Textinho curto, mas de coração.
Quando Sun and Moon foi anunciado, eu só pensei: "Yeah, legal. Uma nova geração". Mas então as notícias não pararam, e a cada informação nova o meu amor pela região cresceu. Todos os Pokémon chamaram minha atenção, e em um determinado momento não podia mais ignorar. Os suspiros, os olhares perdidos.. Tudo denunciava: Eu estou apaixonado por Alola.

Unova sempre foi meu bebê. Eu sempre amei os personagens (é clichê gostar do N? é! mas eu gosto sim e f*d*c) e Pokémon Black foi um dos jogos mais divertidos que eu já joguei. Eu não sou o tipo ~jogador de competitivo~ de pessoa porque: 1) sem portátil e sem poder usar a internet pra batalhar com outros treinadores online; 2) humanas; então o mais importante pra mim nos games de Pokémon era sempre a história e o enredo e Unova foi a que me entregou isso com mais riqueza. Lógico, tem mais volume (dois pares de jogos com histórias e personagens diferentes), mas toda a ideia da Equipe Plasma, Zekrom e Reshiram, o clima da região e todos os personagens incríveis me cativaram bastante. E além de tudo, apesar de ser uma geração com bastante haters (f*cking genwunners), é uma das regiões com os melhores pokémons pra mim -- se não a região com os melhores pokémons. Resumindo, Unova is my bae. (nota: eu sei que o plural de Pokémon é Pokémon, mas deixa eu abrasileirar as coisas em paz. Valeu.)

Minha amizade com o Gus já dura 2 anos, eu o conheço o bastante pra saber desse amor por Unova... E enquanto as notícias de Alola iam me enlouquecendo, eu tentava desenvolver a minha fic. Eu sei que revelei alguns planos e que alguns de vocês podem ter se animado, mas eu não podia negar que o enredo da quinta geração combinava mais com o Gus. Novos Pokémon eram revelados com o passar dos dias, e o Gus deixava claro seu descontentamento com o visual de alguns, então elaborei um plano genial. Peguei meu violão e fiz uma serenata para ele! Após mostrar seu contentamento, eu sabia que estava na hora de mostrar o belo buquê que comprei pra ele. Cheguei bem perto, me ajoelhei, e disse:
"Hey menino Gus, quer trocar comigo?"

Como o Doris fica muito fofo se humilhando perdidamente aos meus pés, eu disse "sim". Hoje temos dois filh-- brincadeira, eu aceitei porque definitivamente era o que queria. Gus disse sim de prontidão? Não, Gus é um menino difícil que não se convence facilmente pela carinha do Doris. Gus enrolou-o por meses? Por aí, até ter pensado bastante e assentido, embora já estivesse claro há um tempo. Dento irá comentar nesse post porquê ele terá um olhar muito tendecioso nesse parágrafo? Com certeza. Mas, piadinhas feitas, agora Unova é minha, Alola é do Doritos e seguiremos nossas vidas -- e blogs. Eu não sei como vocês vão reagir a essa troca (rezando para o cosmos que bem), mas acontece. Aconteceu, no caso. Que fique claro que não foi por nenhuma briga ou qualquer coisa do tipo. Os motivos estão explicítos e todos aqui. E, eu não tenho culpa se a Game Freak fez boa parte dos pokémons ruins, Doris (<3). E Star, os Alolan Pokémon SÃO melhores dos que os de Kanto. Te amo <3.

Eu infelizmente não poderei comprar o jogo logo no lançamento, mas farei isso o mais rápido possível, prometo ! Já tenho planos para os protagonistas da fic, e muito conteúdo extra enquanto isso. Nuzlockes, um diário dos sonhos, e quem sabe aquele tão sonhado tutorial competitivo ? Planejo eventos interativos para jogarmos juntos, e um já está por vir, envolvendo outras regiões da aliança. (Fiquem ligados, as vagas serão limitadas :v) Assim que o jogo lançar pretendo trazer minha gameplay e postar minha opinião sobre diversos pontos, até mesmo o que pretendo aproveitar na fic.

Eu já planejei os pontos prinicipais de Unova, alguns personagens e o final, em partes. Porque sou eu. E eu faço esse tipo de coisa, apesar de ainda não ter pensado em 99% da fic e ter deixado muitos personagens de fora ainda por adicionar. Escrever, no entanto, é bem mais difícil. Me exige tempo (no meu caso escasso), estar criativo no dia, com a ansiedade controlada e sem ter um milhão de coisas me incomodando. E tem isso de que só consigo escrever um capítulo depois de já ter ele pronto na minha cabeça. Pois é. Tenso. Escrevi alguns capítulos, mas decidi para o meu bem e para o bem da fic só postar um capítulo depois de o próximo estar pronto. Da fic em si, esperem bastante coisa original, bastante coisa e personagens que vocês já conhecem, bastante drama e tragédia, um climinha (coloque aqui qualquer adjetivo para que eu não precise escrever "'''~~top~~"') de aventura, vários plot twists e personagens que, espero eu, vocês possam criar empatia por. É bem mais focado na trama que eu considero principal (Equipe Plasma e lendários) do que na Liga (ginásios e etc.) em si, vou avisando. Sobre o blog (coisas que não a fanfic) em si, prometo postar muitas coisas interessantes que são relacionadas à fanfic e textos sobre algum assunto entre os capítulos.

Enfim, galera É só isso! Espero que não nos odeiem, e que entendam que a troca foi o melhor para todos. É quase como se estivéssemos em casa agora. Tudo que podemos pedir é paciência, pois o melhor está por vir! Aguardem! Até a próxima! \o/

Obrigado pela paciência, desculpas de novo e é só isso mesmo. Doris é uma ótima pessoa (e tem um cabelo legal tho) e eu sei que ele vai cuidar muito bem de Alola. Eu me dispeço de Alola, mas já indo pra Unova. Esperem capítulos de Unova em breve, comentem suas expectativas pra cada fic -- e ideias: eu irei ouví-las, falem o que gostariam de ver em Unova, o que não gostariam de ver, tudo e qualquer coisa. Boa noite, tarde ou manhã e até mais <3 <3 <3 .


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